Créditos, uma boa opção para estudar

  • novembro 6, 2019

No México, há créditos (e são solicitados) para comprar carros, casas e até mesmo para ir de férias. Para estudar, poucos estudantes universitários os pedem. Os credores dizem que é por causa da ignorância; os alunos dizem que ter um é caro e complicado.

Quando a escola do jornal El País o informou de ter obtido um dos 30 lugares que ele abre todos os anos, o repórter mexicano de 28 anos acreditava ter conseguido obter o mais complicado. Mas a bolsa de estudos não estava completa. O que ele conseguiu foi o direito de estudar na prestigiada instituição.

Você não pode perder a oportunidade. Ele tirou proveito do primeiro minuto dos três meses que ele recebeu para fazer o depósito, porque se ele não entendesse, ele não estudaria no exterior. Ele se aproximou das instituições bancárias, também das Sociedades Financeiras de Múltiplos Objetivos (Sofom), especializadas em crédito educacional.

Neste artigo fala-se especificadamente do México, no entanto, no Brasil também há um sistema de crédito estudantil. Programas como o PraValer são quem financia os custos de cursos de nível superior.

O Governo brasileiro está sempre buscando auxiliar o cidadão, por isso, se você não concluiu o ensino no tempo regular, agora é possível realizando a prova do Encceja, para isso, basta se enquadrar em alguns requisitos.

Como funciona o financiamento dos bancos

 “Os bancos não financiam estudantes que vão para o exterior. E o Sofom pede apoio das ações de alguns imóveis. O que eu tive que experimentar é que o financiamento é caro e o acesso a ele é complicado “, diz ele.

No México, existem cinco grandes empresas que oferecem empréstimos educacionais, especialmente para estudantes universitários: Finae (Sofom), Finem (Sofom), Laudex (Sofom), Santander (banco) e HSBC (banco).

“Entre os cinco concedemos 12 mil créditos nos últimos cinco anos”, diz Enrique Prieto, CFO da Finae.

Dos 11 milhões de jovens de idade escolar no México, apenas três milhões atendem a aulas de ensino superior. Dos oito milhões que não vão, 40% não terminaram o ensino médio, e esse é o principal obstáculo para o qual eles não podem passar para a próxima série, então há 4,8 milhões de jovens que podem ir, mas que não conseguem um lugar em nenhuma universidade pública.

Desta forma, o mercado potencial para empresas financeiras é atualmente 4,8 milhões de crianças. E a essa figura a cada ano são adicionados 500 mil novos rejeitados.

Inacessível

O aspirante a estudar na escola de jornal El País na Espanha conseguiu obter os 13.000 euros que precisava para viajar. Metade dos recursos foi emprestada por um Sofom e a outra parte foi obtida com familiares e amigos. Para o primeiro, você deve pagar uma taxa de juros anual de 18%.

Agora ele está estudando o estágio final dos dois anos que o mestre dura, mas detalha que “era difícil alcançar seu objetivo, especialmente porque os atos da casa de meus pais tinham que permanecer como garantia. E também deixe aberto para eles a conta de folha de pagamento da minha irmã para que eles possam extrair o pagamento mensal do crédito “. Sem uma rede familiar forte, uma propriedade imobiliária e um membro da família com uma conta bancária ativa, seria impossível obter o dinheiro.

O crédito disponível é insuficiente para garantir que uma boa parte dos jovens mexicanos – na sua idade e as condições para fazê-lo – estudar um diploma de bacharel. As bolsas concedidas pelas empresas através dos seus programas de responsabilidade social; Os governos federal, estadual e municipal com recursos públicos e outras organizações filantrópicas nacionais e internacionais complementam a oferta, mas não têm um peso significativo e não são classificados como financiamento porque não há retorno dos recursos fornecidos e são doações.

Na área de crédito, há também bancos de desenvolvimento que operam com recursos públicos, mas não fornecem financiamento direto, mas através de outros números, como o Sofom.

Como funciona?

Um banco de desenvolvimento como Nacional Financiera (Nafin) possui o Programa Nacional de Financiamento do Ensino Superior, através do qual disponibiliza aos bancos e Sofom os recursos a serem alocados para estudantes com taxa de juros definida, um plano de pagamentos concretos, e que depois de um tempo eles o devolvem a Nafin. Desta forma, o banco de desenvolvimento tem recursos para emprestar novamente e continuar o ciclo de crédito.

O que os bancos e Sofom ganham?

Parte da taxa de juros cobrada ao mutuário é o pagamento por fazer o trabalho de avaliação do cliente e acompanhamento do pagamento da dívida.

Finem é um dos Sofom que funciona lado a lado com Nafin. Oferece financiamento a uma taxa de juros de 13,9% para um prazo de até 15 anos (três vezes mais que a duração do diploma, apostando que o graduado acaba pagando uma vez que ele trabalha). A linha dos empréstimos varia de 150.000 para 400.000 pesos para cursos de três a quatro anos.

No Brasil também existem programas que beneficiam seus estudantes disponibilizando o financiamento em instituições de ensino superior públicas ou privadas e os mais comuns são o Sisu, Prouni e Fies. Mas para isso os interessados devem ficar atentos a hora do enem simulado.

Ingrid

E-mail : admin@ibegconcursos.com.br

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